/ / / Em uma viagem, nem tudo são flores! Post sobre meus maiores perrengues.

Em uma viagem, nem tudo são flores! Post sobre meus maiores perrengues.

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Fiz esse post para participar da Blogagem Coletiva do grupo no facebook: Viajando em Família. Faço parte desse grupo há algum tempo e a Sut-Mie (do Blog Viajando com Pimpolhos e moderadora do grupo) sempre lança uns desafios para os blogueiros de plantão. Dessa vez o tema é: Perrengues em Viagens.

Quando me deparei com esse tema, confesso que rolou uma identificação…porque me acho uma pessoa muuuito enrolada, um pouco desorganizada e com a memória bem precária…e normalmente, pessoas assim, são alvos de muitas situações de perrengues. OBS: Já mudei bastante.

Vamos lá, vou buscar resgatar agora em minha caixinha de memórias algumas situações “incomuns” que vivi nessas viagens pelo mundo a fora…começando pela época de solteira e seguindo até a minha última viagem de férias com a família toda (retornei no domingo passado).

TARADO DE BOSTON!

Quando penso em perrengue, a primeira história que vem a minha mente é uma situação surreal que vivi em 2002, ano em que fiquei 3 meses em Boston – MA para estudar inglês.

Viajei pra lá com uma amiga que trabalhava comigo naquela época (saímos da empresa juntas com o objetivo de nos aventurarmos pelo mundo para viver coisas novas… o curso de inglês era apenas um pretexto).

Nos hospedamos em um quarto alugado em um apartamento, que ficava em um prédio de 3 andares, localizado em uma cidade pertinho de Boston (Somerville). O local era simples, porém direitinho, de fácil acesso ao metrô e com uma vizinhança um pouquinho estranha…Mas tudo bem! Seriam apenas 3 meses!

Estávamos indo muito bem até que um dia eu acordo de madrugada e me deparo com uma pessoa com metade do corpo na varanda (2o andar) do meu apartamento e a outra metade atravessando a minha janela (sim, minha cama ficava embaixo da janela), levantando o meu lençol e olhando para as minhas pernas. Eu nunca mais vou esquecer aqueles olhos arregalados! A partir daí foi uma cena de terror! Eu gritava: TARADO! TARADO! o tempo todo, me tremendo toda, correndo pelo apartamento. O tal tarado já tinha se mandado. Só sei que chamamos a polícia e tive que explicar tudinho em inglês para o agente, no maior nervosismo, sem falar inglês direito… foi hilário. Teve uma investigação policial no nosso bairro que parecia de filme e, mesmo dormindo com a janela fechada, nunca mais tive paz naquele lugar. Sonhava (ou melhor, tinha pesadelo) que o cara ia voltar com mais gente, que tava me seguindo na rua… terrível!

QUASE APAGUEI NO AVIÃO

Sempre tive verdadeiro pânico de voar. Viajar de avião, pra mim, já é um grande perrengue! Passo mal, vomito, tenho dor de barriga, antes e durante o vôo. Já fui até em psiquiatra pra tratar isso e, toda vez que tinha uma consulta, só de tocar no assunto, já começava a passar mal… pedia (super constrangida) para me retirar e ir ao banheiro.

Então essa viagem pra Boston resolvi tomar 2 inofensivos Dramins, para ter sono e dormir parte da viagem. Acontece que tomei com o estômago totalmente vazio e a reação que o meu organismo teve foi tão forte que o meu medo de avião acabou na mesma hora e o meu maior medo passou a ser do remédio.  Senti uma moleza, dormência na cabeça, meu olho fechando, tonteira, minha língua enrolou…eu não conseguia falar, me expressar, pedir ajuda, dizer que não estava bem (mas acho que isso eles perceberam). Achei que fosse morrer! E a minha amiga só conseguia rir da minha cara… depois ela me disse que não estava achando graça, mas que ri quando está nervosa. Quando me alimentei, consegui me recuperar. Sobrevivi…ao vôo e ao remédio.

SUFOCO EM NY: PNEU FURADO, PERDIDOS E PERSEGUIDOS NA ESTRADA, SEM COMBUSTÍVEL…

Nessa mesma viagem, resolvemos  juntar um grupo de amigos brasileiros e passar um final de semana em NY. Alugamos um carro e colocamos o pé na estrada! Sem um GPS, apenas com um humilde mapinha impresso que nos levaria daquele ponto da viagem ao destino final: a porta do nosso hotel em NY. Detalhe: Ninguém conhecia NY e muito menos tinha o costume de dirigir nos EUA. Mas tudo bem… estávamos indo pra NY!! UHÚÚÚ! Tudo era festa e alegria!

Lógico que nos perdemos várias vezes na ida e tivemos um estresse porque nosso pneu furou…Não achamos nada para trocá-lo dentro do carro. Ficamos na estrada pedindo ajuda, sem nem saber como pedir ajuda… Vc sabe como se fala pneu, estepe, “macaco” em inglês???? Mas chegamos, curtimos a viagem e chegou a hora de voltar!

Lógico que nos perdemos na volta também… mas nos perdemos muuuuito… nos perdemos por horas…chegamos em lugares desertos que não tinham uma alma viva pra nos dar uma informação e muito menos um ponto de referência.

No início foi até engraçado, tínhamos crises de riso quando passávamos pelo mesmo pedágio várias vezes, apesar de termos gasto uma grana nessa brincadeira. Mas depois, o negócio começou a ficar sério e um silêncio pairava no ar… todos tinham a mesma sensação de que estávamos em um lugar barra pesada até que isso se confirmou quando fomos pedir informação para um carro que estava parado no acostamento, naquela escuridão…fizemos isso porque era nossa única opção… já que quando ligávamos para o 911 para sermos resgatados, orientados, não sabíamos explicar aonde estávamos porque andávamos quilômetros e não víamos um ponto de referência se quer. Então, esse carro que pedimos informação começou a nos perseguir…só pelo fato de termos parado ao lado dele…nem chegamos a falar nada. Eu nunca senti tanto medo em toda a minha vida. E pra completar, nosso combustível acabando… Chorei!

DICA: Nessa viagem, tomamos 2 decisões muito inconsquentes que quase colocaram tudo a perder: a 1a foi querer economizar não alugando GPS e a 2a foi voltar de NY a noite… sem o GPS e muito menos sem conhecer o caminho…e pra piorar, dessa vez nem o humilde mapinha poderia ter ajudado… pq ele simplesmente não existia. Então, a dica desse perrengue é: PLANEJAMENTO.

No final Deus nos guiou, despistamos o cara do mal, conseguimos achar um hospital na estrada, pegamos informações e seguimos viagem. Ufa! Até hoje me dá um frio na barriga de lembrar. Tks God!

PERDEMOS O VÔO… E O CARRO!

Ao retornar para o Brasil, depois de viver realmente VÁRIAS experiências novas, como a gente queria, ainda tivemos os perrengues finais da viagem, também conhecidos como perrengues de despedida ou perrengues saideira.

Chegamos no aeroporto atrasadas, correndo… porque nos perdemos no caminho (um amigo, mais enrolado que a gente, resolveu nos dar uma carona). Perdemos o vôo! Ficamos desnorteadas e isso quase nos fez perder nossas malas também porque no auge dos atentados terroristas nos EUA, qualquer mala suspeita era confiscada…e nossa mala se tornou suspeita a partir do momento em que as esquecemos de lado no aeroporto… veio a segurança falando grosseiramente… na confusão eu só conseguia entende a palavra “Bomba!”… depois de tudo resolvido, de provarmos que não iríamos atacar NY ou explodir o avião, depois de conseguir um vôo para o dia seguinte, quando voltamos para o estacionamento, não fazíamos a menor idéia de onde tínhamos parado o carro. Ficamos horas procurando, indo e vindo no carrinho de um funcionário do estacionamento… em todos os andares.

AGORA VAMOS AOS PERRENGUES EM FAMÍLIA…

BATIDA DE CARRO EM ORLANDO… E GRÁVIDA!

Em 2007, estava grávida da Gabi, fui pra Orlando em uma viagem-prêmio do trabalho do Luciano e alugamos um carro com outro casal do trabalho dele.

E em uma das voltas do parque, o amigo dele que estava dirigindo dormiu no volante…batemos no carro da frente. Eu dei uma pancada na barriga que nos deixou muito tensos alguns dias, mas ficou tudo bem. O carro da frente tinha um bebê também, mas não dentro da barriga, na cadeirinha… e graças a Deus não se machucou. Aí teve aquele estresse todo de esperamos a polícia chegar, depois todo o trâmite com a empresa locadora do carro… mas estamos vivo!s Isso que importa!

OTITE NO PARAÍSO DAS BAHAMAS… SÓ SOMBRA E ÁGUA FRESCA MESMO

Mais uma vez curtindo a viagem-prêmio do trabalho do Luciano… dessa vez em Bahamas: Um lugar paradisíaco, com praias de águas cristalinas. Em um hotel perfeito, o Atlantis. E Gabi começa com uma febre altíssima. Ficamos desesperados porque, quem conhece Bahamas, sabe que tirando os mega resorts, não existe mais nenhuma estrutura…é tudo feio, pobre. Depois de milhões de ligações para a pediatra dela no Brasil, conseguimos um hospital e fomos encaminhados para uma clínica pediátrica local.

Entrada da Clínca
Entrada da Clínca

Essa clínica foi a maior surpresa que tivemos! Nunca vi um lugar assim no Brasil! Logo na estrada, a estátua de dois soldados de chumbo nos recepcionava. Fomos encaminhados para uma sala de recreação com milhões de brinquedos, jogos e uma pessoa que fazia tatuagens nas crianças, teatro, contava histórias, soltava bolinhas de sabão. Quando fomos chamados, vimos que cada consultório tinha um tema diferente (ficamos em um dos 101 Dálmatas bombeiros) e a médica chegou com uma roupa rosa e uma pantufa de bichinho enorme, super fofa. Fiquei encantada!

A médica e a recreadora.
A médica e a recreadora.

Descobrimos que era otite e levamos um antibiótico para ela tomar. Aí começou nosso sufoco realmente, porque ela só cuspia o tal remédio. Não existia forma de fazê-la engolir… tentamos de tudo que vocês possam imaginar. Voltamos ao hospital e descobrimos que poderíamos dar um injeção, em dose única, de um outro antibiótico. Na hora da injeção, mais uma vez a clínica me surpreendeu: Entrou uma pessoa com um fantoche, distraindo-a e animando o ambiente e no final, ela ainda ganhou um livrinho de capa dura…que não era um brinde, mas sim uma lembrança, um presente.

DIARREIA EM RESTAURANTE “CHIQUE” NO EPCOT

Dois anos depois dessa viagem para Bahamas, levamos Gabi para Orlando. Estávamos curtindo bastante quando fizemos a besteira de tomar café da manhã em um restaurante que se chama PONSEROSA… mais tarde, quando fomos almoçar em um restaurante italiano super sofisticado no Epcot, sentimos que a Gabi estava um pouco molinha, esquisita. Sentamos na mesa e ela rapidamente adormeceu, sem nem almoçar. Acomodamos a Gabi no sofá em que estávamos sentados, deitadinha e, de repente, percebemos que tinha um líquido escorrendo no chão. Quando fomos ver… FOI UM ESTRAGOOOO! Era mer… pra tudo quanto é lado. Corremos com ela para o banheiro com “aquilo” pingando no chão pelo restaurante a fora e um cheiro horrível…as pessoas nos olhando apavoradas. Luciano entrou com ela para o banheiro masculino, deu um banho na criança na pia, lavou a roupa dela todinha… as pessoas iam saindo do banheiro pra me dar notícia, pegar alguma coisa ou me entregar algo. Todos mobilizados em ajudar. Depois que limpamos tudo eu não tinha nem cara, nem clima de voltar para o restaurante.

No sofá do restaurante, antes de "sujar" tudo. Olha o nível do local...
No sofá do restaurante, antes de “sujar” tudo. Pelo sofá, dá pra ver o nível do local…e pela carinha dela, dá pra ver que estava péssima.

DOENTE EM ORLANDO E SEM PLANO DE SAÚDE

Tadinha da Gabi, nessa viagem ela sofreu. Além dessa diarréia, pegou uma virose e ficamos 5 dias com ela no hotel, com febre super alta. Acordava a noite toda pra medir a temperatura. Fomos ao hospital com ela duas vezes e passamos mais dois perrengues: um foi que não tínhamos avisado ao plano de saúde e sendo assim, não teríamos a cobertura internacional e o outro foi pra fazer o exame de urina que foi um sofrimento… passamos a tarde toda no hospital pra fazer esse tal exame.

O plano de saúde, eu consegui resolver pesquisando pela internet e descobrindo um seguro que a gente podia pagar e usar 24hs depois. FICA A DICA! E o exame de urina…depois de brigar muito com ela, pois ela não queria beber água, e de pressionar muito para que ela fosse ao banheiro, ela conseguiu finalmente urinar, mas em um contexto que me deixou triste e feliz: Eu estava mirando com um potinho, agachada em frente a ela no vaso sanitário, quando ela me urina todinha e pra completar, eu caio pra trás, tentando equilibrar o potinho pra não cair uma gota, me sujo mais ainda… quase não sobra para o exame. Saí do hospital daquele jeito, ne?

CARTEIRA DE MOTORISTA VENCIDA NOS EUA

Imagina chegar em Orlando (um lugar que não tem como se locomover sem carro) com uma família com duas crianças pequenas (uma delas era um bebê de 6 meses), a noite, depois de um dia inteiro de voô (vôo diurno com conexões), pra ficar 15 dias, em um país que não existe “jeitinho”, e descobrir no guichê da empresa de locação do carro que a sua carteira de motorista do seu marido estava vencida? Pois é.. e não existia um plano “B” porque vc não tinha levado a sua carteira de motorista (fato este que fez com que sobrasse um pouco do estresse pro seu lado).

Eu entrei em pânico quando vi que não ia ter jeito. As outras pessoas na fila estavam tão compadecidas com a nossa situação que teve gente oferecendo de alugar por nós… foi quando conseguimos uma empresa de locação, de pequeno porte, mais afastada do aeroporto, que poderia quebrar nosso galho se pagássemos um seguro que fazia com que o valor do carro quase dobrasse… Ótimo! Pagamos com sorriso de orelha a orelha! 🙂

ABUSO DE PODER NA ALFÂNDEGA

Meu perrengue na alfândega foi relatado aqui: http://clubedeviagensmoms.com.br/alfandega-a-pior-parte-da-viagem/

CADÊ OS INGRESSOS?

No ano seguinte, pra variar, voltamos pra Orlando… opa! O ano seguinte é esse ano! Agora somos nós dois com duas crianças pequenas. Os perrengues já fazem parte do dia a dia…Foram muitos e o tempos todo… não saberia falar quantas vezes a fralda do Bernardo vazou e tivemos que deixa-lo apenas de fralda e camisa nos parques, enquanto a bermuda, lavada no banheiro, secava ao sol em cima do carrinho… e as vezes que a falda acabava (inclusive no avião que tivemos que humildemente pedir emprestado) e as vezes que Gabi fazia xixi na cama a noite e tínhamos que forrar com as toalhas usadas para não molhá-la porque na madrugada não dava pra pegar roupa de cama extra…e ainda as vezes que a gente perdia as crianças rapidamente, dava aquele aperto no coração, e no segundo seguinte, achava.

Mas tiveram 3 perrengues nessa viagem que necessitam de um destaque especial. O primeiro foi o dia em que chegamos ao Epcot, pegamos a melhor vaga do estacionamento (aquela que você fica a um passo do trenzinho ou que é tão perto que pode ir andando para o parque), fomos caminhando naquele sol quente até a entrada e quando vimos: não tínhamos levado os ingressos. Bem, até aí tudo bem, a Disney oferece algumas opções pra você resolver isso:

Opção 1: Apresentar o recibo da compra. Também tínhamos esquecido.

Opção 2: Apresentar o extrato do cartão de crédito com a compra. Não conseguimos acessar via internet.

Opção 3: Pegar no hotel….

Nem preciso dizer mais nada, né? Só que o nosso desespero nos levou para uma 4a opção, depois de enfrentarmos a imensa fila do Guest Relations. Conseguimos comprar outro ingresso de um dia com a promessa de sermos reembolsados ao apresentar o ingresso original no dia seguinte. Perdemos toda uma manhã nisso. FICA A DICA PARA OS ESQUECIDOS!

FOGOS NO CASTELLO DA CINDERELA… SÓ DEVEM SER VISTOS DA JANELA DO CARRO NO ESTACIONAMENTO DO PARQUE

O maior perrengue de todos os tempos! Me senti uma idiota, amadora… como não deduzi que seria assim? Todos os indícios: Lugar lotado, saída única, vários meios de transporte até chegar ao estacionamento que já tem fila a qualquer hora do dia, tarde da noite (=crianças cansadas e nós idem), alta temporada…

Antes de pensar em voltar pra casa, era só alegria!
Antes de pensar em voltar pra casa, era só alegria!

Tivemos muita dificuldade para andar no parque, era impossível sair, comprar comida. O que nos salvou foi o a área de Baby Care… fugimos pra lá e consegui sentar para esperar a multidão dispersar um pouco… Luciano foi tentar comprar algo pra gente comer. Quando conseguimos sair, pegamos uma fila absurda no Monorail e quando chegamos na fila do ônibus para o estacionamento, tivemos que fechar os dois carrinhos de bebê com as duas crianças dormindo, colocar no ônibus, depois descer, abrir os carrinhos…isso foi tão enrolado que várias pessoas se mobilizaram para nos ajudar. Chegando no quarto, ainda tivemos a surpresa da nossa chave não abrir… demoraram muito para nos ajudar…a gente esperando no maior sufoco no meio daqueles mosquitos, andando de um lado para o outro para não ser picado, com as crianças no colo. Conclusão: Horário dos fogos: 10hs. Horário em que conseguimos chegar no quarto: 1:30h da manhã.

domind

ISSO É MOLHO DE QUÊ? HEIM?

Esse é um perrengue forte.. se você está almoçando ou jantando, deixe pra ler depois. É o último perrengue da viagem e por isso tinha que ser tão marcante assim…

Então, estava tudo muito bem no avião e eis que chegam as refeições. Ótimo! Estava faminta! Coloquei a bandejinha ali na frente e quando olho para o lado, vejo Bernardo todo sujo… muitoooo sujo mesmo… cabeça, roupas, braços… cadeira do avião, cinto de segurança, cobertores… fico assuntada e imediatamente me vem um pensamento: Como esse menino se sujou assim? Isso é molho de quê se nem abri a comida ainda? E imediatamente, dessa vez sem pensar, eu coloco o dedo no “molho” e enfio na boca pra provar… sem nem dar tempo do cheio horrível tomar conta do ambiente. Bem, não vou entrar em detalhes, mas aquela sujeira toda podia, de certa forma, até ser comida, mas NÃO molho. Aiiii! Uiiiii! ECA!  🙁

Acho que vou parar por aqui… e finalizar dizendo que, depois que enrolamos o Bê em 3 cobertores, o levamos para o banheiro, lavamos a roupa dele na pia e demos banho nele de lencinhos… ficou tudo, aparentemente, bem.

MENSAGEM FINAL

A verdade que pude constatar sobre esse assunto é que, quando se está sozinha, os imprevistos são muito mais fáceis de contornar, mas quando estamos em família e, principalmente, quando tem criança no meio, parece que o negócio vai se enrolando e tomando uma proporção…

Mas eu não desanimo nunca! Acho que um bom perrengue, na hora, pode até nos descabelar, mas depois, rende muitas gargalhadas e histórias para contar aos amigos!

Conheça mais histórias nos outros blogs participantes:

1. Claudia Pegoraro, Felipe, o pequeno viajante: http://felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-o-pequeno-perrengueiro.html

2. Karen Schubert Reimer, As Aventuras da Ellerim Viajante:

http://ellerimviajante.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-que-passamos-viajando-em-familia-frustracao-em-veneza.html

3. Cinthia Rangel, Boa Viagem: http://boa-viagem7.webnode.com//

4. Adriana Pasello, Diário de Viagem:

 http://www.diariodeviagem.com/photo/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

5. Francine Agnoletto, Viagens que Sonhamos:

http://www.viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/08/surpresasnuma-viagem-punta-del-este.html

http://viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/08/perrengues-em-familia-o-retorno.html

6. Eder Rezende, Quatro Cantos do Mundo:

http://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2012/03/04/a-nem-tao-perigosa-nairobbery-nairobi-quenia/

7. Erica Kovacs, Viagem com Gêmeos

http://viagemcomgemeos.com/2013/08/11/perrengue-da-primeira-viagem-internacional-a-historia-da-vitamina-de-aveia/

8. Debora Godoy Segnini, Gosto e Pronto: http://www.gostoepronto.com/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

9. Ludmyla De Sena Broniszewski, Two Many Sides of Me: http://twomanysidesofme.wordpress.com/2013/08/08/perrengues-de-viagem-perrengue-numero-3-blogagem-coletiva-viagens-em-familia/ (este é o perrengue 3! Tem o 1 e o 2!!)

10. Renata Schiffer, A Renata teve infância e sabe ser feliz!: http://www.renataschiffer.com.br/?p=541

11. Andréia Mannarino, Mistura nada básica :

http://misturanadabasica.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-que.html

12. Andréa Barros, Do RS para o Mundo: http://dorsparaomundo.blogspot.com/2013/08/segunda-blogagem-coletiva-os-perrengues.html

13. Andrea Martins, do Malas e Panelas: http://malasepanelas.com/viagens-em-familia-saudades-do-carrinho/

14.Aryele Herrera, Casa da Atzin :

http://casadaatzin.wordpress.com/2012/10/19/o-dia-em-que-eu-apaguei-em-toquio/

 15. Flávia Maciel, Bebê pelo Mundo:

http://bebepelomundo.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-viagens-em-familia.html 

16. Renato Martins, do Renato Blogging (nada a ver o nome, é um blog antigo que posto raramente):http://renatoblogging.blogspot.com.br/2013/08/o-maior-perrengue-que-passamos-viajando.html

17. Sut-Mie Guibert, Viajando com Pimpolhos: http://viajandocompimpolhos.com/2013/08/12/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

18. Andreza Trivillin, Andreza Dica e Indica Disney: http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

19. Debora Galizia, Viajando em Família: http://viajandoemfamilia.com.br/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

20. Thiago Cesar Busarello, Vida de Turista:

http://www.vidadeturista.com/artigos/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

21. Ana Cinthia Cassab Heilborn, Travel Book: http://www.travelbook.blog.br/2013/08/nossos-perrengues-de-viagem-em-familia.html

22. Ingrid Patrícia Cruz, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/13/blogagem-coletiva-todo-mundo-tem-um-perrengue-pra-contar/

23. Michely Lares, Viagens da Família Lares: http://viagensdafamilialares.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues.html?m=1

24. Karla Alves Leal, Cariocando por aí:

http://www.cariocandoporai.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

25.Marcia Tanikawa, Os Caminhantes Ogrotur: http://oscaminhantes.com/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

26. Mônica Paranhos, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

27. Patricia Papp, Coisas de Mãe:

http://coisasdemae.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-o-dia-que-a-luiza-parou-o-metro-de-londres/

28. Cynara Vianna, Cantinho de Ná:

http://cantinhodena.com.br/2013/08/15/perrengues-e-viagens-quem-nunca-passou-por-um/

29. Cristiane Martins, Dias Viajando por aí: http://diasviajandoporai.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-em-viagens.html

30. Guilherme Canever, Saiporaí: http://saiporai.com/tambemsai/

31. Paloma Varón, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/16/blogagem-coletiva-viagens-e-perrengues-em-familia-as-boas-lembrancas-que-ficam/

32. Vera Leitão, Mundo anfitrião: http://www.mundoanfitriao.blogspot.com.br/2013/08/perrengue-no-valle-nevado.html


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2 Respostas

  1. Oi Miriam,
    Gente! Quanto perrengue!! 🙂
    A gente passa por certas coisas, nem nós acreditamos! Ainda bem que viram boas histórias para contar!
    Muito bacana a sua participação!
    Bjs

  2. Adriana Pasello
    | Responder

    oi Miriam, puxa vida, você poderia até fazer um post para cada perrengue! Nossa, que medo do tarado de Boston. Ui, eu também ficaria com medo de sair na rua.
    Agora, claro que perrengues com os filhotes são os mais doloridos para as mamis… fiquei chocada com a clínica de Bahamas, puxa, nunca imaginaria um lugar assim por aquelas bandas. Aliás, espero não precisar conhecer a qualidade das clínicas pediátricas do destino! rs bj

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